CINESIOLOGIA OMBRO PDF

20 nov. Extensão na articulação do ombro. Flexão da articulação do SMITH, L.K. Cinesiologia Clínica de Brunnstrom. 4ª ed, São Paulo: Manole. Veja grátis o arquivo Aula 12 – Cintura Escapular e Complexo do Ombro enviado para a disciplina de Cinesiologia e Biomecânica Categoria: Aulas – Veja grátis o arquivo Luxação de ombro enviado para a disciplina de Cinesiologia e Biomecânica Categoria: Outros – 3 –

Author: Zunos Vusho
Country: Saint Lucia
Language: English (Spanish)
Genre: Spiritual
Published (Last): 4 May 2010
Pages: 100
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ISBN: 516-5-41512-822-5
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Published on Aug View Download Esportes – Anlise do movimento. Artmed Editora SA, Capa: Igor Ferrasso da Silva Ilustraes: Carlos Soares Preparao de originais: Laura de Souza vila Leitura final: Clvis Victria Junior Superviso editorial: Cludia Bittencourt Projeto grfico e editorao eletrnica: Segundo Michael Whiteem seu livro Leonardo: Existem tambm evidncias, segundo o livro de David SpenceGrandes artistas: Desde a Renascena, os fenmenos da ativao eltrica muscular e da contrao muscular vm sendo gradativamente melhor compreendidos.

Com os cinesiooogia tecnolgicos, passou a ser possvel registrar a atividade eltrica produzida por msculos durante contraes volunt- rias. A eletromiografia constitui-se, hoje, em uma ferramenta indispensvel queles que se dedicam ao cinesiklogia da anlise do movimento, embora com diferentes objetivos, como: Assim, no que se refere ao estudo da ciensiologia muscular, muito do que no passado era teorica- mente preconizado em termos da participao muscular em um determinado gesto ou exer- ccio pode agora ser verificado por meio da eletromiografia.

A atividade fsica, por sua vez, passou a ser considerada agente de sade, tanto cinesiolpgia sentido preventivo como no corretivo. Vrios conceitos foram aperfeioados nos ltimos tempos, e alguns mesmo reformulados, O treinamento de fora um deles. Com base em fundamentos fisiolgicos, fora hoje uma grandeza fsica cibesiologia, a qual pode e deve ser desenvolvida desde a infncia at idades avanadas. Tudo uma questo de adequao e dosagem dos exerccios aos limites de cada praticante.

A prtica da musculao, conseqentemente, aumentou de forma substancial o nmero de adeptos, existindo uma considervel quantida- de de literatura disponvel no mercado.

A proposta deste livro, no entanto, diferente: Assim consegui- ram produzir uma obra diferenciada. O livro, portanto, no apenas apresenta exerccios de musculao e discute teoricamente a participao muscular envolvida nos mesmos, mas registra, com traados eletromiogrficos de tima qualidade, a participao de importantes msculos em cada um dos exerccios.

Noportanto, apenas mais um livro, mas sim uma obra que no pode, absolutamente, ser desconsiderada por aqueles que se interessam pela Cincia da Musculao. O texto original, escrito em Porto Alegre, sofreu algumas alteraes e foi intensamente discutido via Internet entre dois continentes.

Durante esse percurso, vrios acontecimentos marcaram nossas vidas.

Partimos de Porto Alegre em busca de novas aventuras acadmicas, sendo “recebidos” por So Paulo e Lisboa. Ampliamos nosso horizonte pessoal e profissional. Presenciamos o crescimento e a evoluo do Matheus e da Gabriela, filhos especiais. Assisti mos o nasci mento to esperado da Cinexiologia.

Cinesiologia

Tivemos que suportar a partida de um amigo especial, o querido Guima. Em todo esse percurso, sempre contamos com a motivao. Enfim, muitas coisas mudaram, mas fica a nossa certeza de que as idias apresen- tadas neste livro esto amadurecidas e prontas para serem divulgadas. Finalmente, dirigimos nossos sinceros agradecimentos a algumas das pessoas que colabora- ram no projeto e execuo deste livro: Aline Tamborindeguy e ao Fabrcio Cadore, que, com muita pacincia, submeteram-se s sesses de fotos; aos professores Michel Brentano e Lucimere Bohn, com a colaborao de Eduardo Cadore e Bianca de Azevedo, pela ajuda sempre providencial no registro e tratamento dos sinais EMG; ao Carlos Soares, que, com muita competncia, fez os desenhos que auxiliam a compreenso das informaes; equipe da Artmed Editora, que, com muita habilidade e tolerncia, estruturou a apresentao do livro; e, finalmente, direo da Artmed, pelo investimento nas nossas idias.

Desejamos que esta obra seja apreciada pelos leitores e que possa se constituir em ferramenta til de trabalho! SUMRIO 1 Anlise de movimento Aspectos neurofisiolgicos 11 Aspectos biomecnicos 13 2 Membros superiores Supino 24 Remada alta 32 Remada baixa 36 Voador direto frontal 40 Voador invertido dorsal 50 Puxadas 58 Puxada inclinada 64 Elevao lateral 68 Desenvolvimento incompleto meio desenvolvimento 76 Rosca bceps 82 Rosca trceps 88 Rotao externa 96 3 Membros inferiores Extenso do joel ho Flexo do joelho Leg press Agachamento Flexo plantar Cadeira abdutora Cadeira adutora Glteo Flexo do quadril 4 Coluna Abdom inais Extensores da coluna lombar Flexo lateral Referncias bibliogrficas ndice 8.

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Crianas, jovens, adultos e idosos, de ambos os sexos, esto engajados em programas de treinamento de fora com fins estticos ou preventivos e, em nmero mais reduzido, mas ainda assim representativo, com o objetivo de melhorar o de- sempenho esportivo.

A manipulao das variveis agudas relacionadas ao treinamento de fora, entre as quais a seleo e a ordem dos exerccios, a intensidade e-o volume da carga, a freqncia de treino e o intervalo entre os exerccios e as sries Kraemer e Ratames,constitui um dos principais aspectos a ser controlado para o xito do programa. A seleo dos exerccios executados em equipamentos ou com pesos livresem princpio, baseada na anlise deta- lhada do s movimento s articular es e da musculatura envolvida.

No entanto, a parcela de contribuio de cada msculo para a realizao dos diferentes exerccios no clara e objetivamente conhecida, o que torna a anlise de movimentos globais ainda mais subjetiva e capaz de comprometer a elaborao adequada de um programa de treino Matheson e cols.

Portanto, a identificao da cadeia cintica nos diferentes exerccios essencial para a organizao e prescrio adequada do processo de treino. Uma vez controlado esse aspecto, o equilbrio articular, a postura corporal, o desempenho motor especfico e at mes- mo objetivos estticos, entre outros, ficam mais resguardados. Em relao anlise qualitativa da participao muscular em movimentos especficos, h pelo menos seis mtodos utilizados: A partir da anlise dos pontos de insero do msculo e da direo das suas fibras, determinar a relao mecnica exercida sobre o esqueleto e o conseqente movi- mento articular.

Cinesiologia | Flashcards

Esse sistema constitui-se em uma anlise terica. A partir da dissecao do cadver, tracionar o msculo e observar os movimentos executados. Estimular eletricamente um msculo e observar os movimentos realizados. Em indivduos que perderam a funo de determinados msculos, estudar a influn- cia na fora, na postura e nos movimentos resultantes.

Essas tcnicas so de aplicao limitada in vivo e, principalmente, as trs primeiras no possibilitam determinar as aes musculares sinrgicas. Alm das tcnicas mencionadas, h duas tcnicas de anlise das aes musculares aplicadas in vivo: Determinar a funo muscular por meio da palpao dos msculos durante a execu- o do movimento, procurando identificar quais so os msculos envolvidos.

Analisar a ativao muscular mediante a captao do estmulo eltrico enviado pelo sistema nervoso, o qual gera a contrao do msculo. Essa tcnica denominada eletromiografia EMG. A EMG ser utilizada como forma de ilustrao da ativao muscular nos captulos a seguir. A contrao muscular proveniente da ativao de vrias UM, e a intensi- dade dessa contrao depende do nmero de UM acionadas e da freqncia dos impulsos eltricos enviados para cada uma delas.

Sobre esse aspecto, cabe salientar que, ape- sar da existncia de vrios estudos que correlacionam o trabalho mecnico muscular e a EMG, no consenso na literatura a relao linear entre EMG e fora muscular. Alguns estudos apontam para o fato de a linearidade ocorrer com maior intensidade em contraes isomtricas, o que no acontece sob contraes dinmicas.

Semiologia Pericial OMBRO

Entre as variveis que podem afetar a linearidade esto includas: A captao do sinal EMG pode ser realizada de cunesiologia formas: Limitao importante dos eletrodos de profundidade o fato de a tcnica ser invasiva, restringindo-se mais a estudos de natureza clnica.

A maioria das pesquisas envolvendo EMG realizada com eletrodos de superfcie. Apenas os msculos superficiais so monitorados.

Com isso, a anlise da participao muscular nos diferentes exerccios, utilizando essa tcnica, apenas parcial. Isso porque os msculos profundos envolvidos no movimento no podem ser monitorados. Entre os fatores que interferem no sinal EMG j citados anteriormente, a carga externa e o comprimento muscular exercem um papel importante.

Este ltimo afeta o sinal em funo da participao dos componentes elsticos do msculo na contrao muscular e da possibilidade de menor ou maior ligao entre as protenas contrteis. Quanto maior o alongamento muscular, maior a contribuio do componente elstico e menor a contribuio das pontes cruzadas proticas. A EMG no capta o trabalho mecnico produzido pelo componente elstico.

A relao que se estabelece outra: Por outro lado, quanto maior o encur- tamento muscular, maior a sobreposio de pontes cruzadas e, portanto, maior a dificulda- de de produo de trabalho mecnico. Torna-se necessrio o recrutamento de maior nmero de UM.

Conseqentemente, observa-se maior magnitude do sinal EMG. Da mesma forma, a sobrecarga estimula a ativao no s de msculos considerados motores primrios em certos movi- mentos, mas tambm a ativao dos msculos de ao secundria para os mesmos movi- mentos.

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Portanto, a sobrecarga modifica a sinergia muscular na maioria dos movimentos. Outro aspecto importante a ser ressaltado em relao EMG a impossibilidade de compa- rao de sinais EMGs de msculos diferentes, observada pela diferena na rea de seco transversa muscular, na composio e no ngulo de penao das fibras desses msculos.

A nica possibilidade aceita para essa comparao pela normalizao do sinal EMG, ou seja, a partir da mensurao de seu sinal mximo em cada msculo e posterior relativizao do sinal avaliado em determinado movimento. Aps esse breve esclarecimento sobre a EMG, passamos a descrever a forma como a EMG foi utilizada com fins ilustrativos no decorrer dos prximos captulos.

A captao do sinal EMG foi realizada com um mesmo sujeito nos diferentes exerccios ou nas diferentes varia- es do mesmo exerccio. Os eletrodos de superfcie foram posicionados sobre o ventre muscular e no foram retirados do local at que as coletas necessrias para comparao desse msculo nos diferentes exerccios fossem concludas.

A relao entre a representao grfica da EMG e a carga externa foi observada para efeito de algumas consideraes apresentadas, tendo sido, para tanto, controlados a padroniza- o na preparao e na colocao dos eletrodos, o tempo de realizao dos movimentos, o comprimento muscular inicial, bem como a carga externa. Esta ltima foi estabelecida atra- vs do teste de uma repetio mxima 1 RMque, segundo Knutgen e Kraemera mxima carga movimentada com tcnica adequada e em toda a amplitude do movimento especfico.

Nas situaes em que se procurou comparar a ativao muscular entre as variaes do mesmo exerccio, a aquisio dos sinais foi realizada com a carga mxima 1 RM desses exerccios e com o mesmo tempo de execuo padronizado em seis segundos divididos igualmente entre as fases concntrica e excntrica. A quantificao do sinal EMG foi reali- zada por meio do procedimento rool mean square RMSque mede o comportamento do sinal eltrico registrado em um tempo especfico, que, nesse caso, foi de seis segundos.

Sero mencionadas no texto as situaes em que a aquisio do sinal no seguiu esse padro. O valor RMS foi utilizado por ser um dos aspectos analisados na EMG que se relaci- omgro com a intensidade de ativao muscular.

Aspectos biomecnicos Alguns aspectos da biomecnica manifestam-se de forma muito caracterstica no treina- mento de fora. Omro dos principais diz respeito aos sistemas de ombbro, representados tanto em segmentos corporais como em equipamentos. Para melhor compreender algumas questes discutidas na apresentao e na anlise dos exerccios, necessrio uma exposi- o prvia da organizao e dos princpios desses sistemas de alavancas. I I Componentes Componentes primrios Foras que atuam sobre a alavanca Eixo de rotao ponto fixo ou eixo de giro A denominao das foras normalmente varia conforme o objetivo de aplicao da alavanca, podendo ser denominadas de fora 1, fora 2 ou fora A e fora B, cineziologia assim consecutivamente.

No caso do corpo humano, as foras normalmente so chamadas de fora potente fora exercida pelo msculo e fora resistente fora que resiste ao movimento gerado pelo mscu- lo. A fora resistente est relacionada massa do segmento e carqa externa.

Componentes secundrios Braos de alavanca A denominao de brao de alavanca utilizada para a distncia perpendicular do ponto de aplicao da fora ao eixo de rotao.

Cinesiologia e musculao cludia silveira lima & ronei silveira pinto

Para facilitar o entendimento, o brao de potncia bp a distncia perpendicular relacionada fora potente, e o brao de resistncia bR consiste na distncia perpendicular relacionada fora resistente. Por exemplo, na alavanca interfixa, o ponto fixo localiza-se entre as foras potente e resistente. Vantagens mecnicas As alavancas podem apresentar dois tipos de vantagem, de acordo com o comprimento dos braos de alavanca: Essa mudana ir interferir na ativao dos flexores do cotovelo, nc ocasionando maiores influncias nos demais grupos musculares envolvidos.

O efeito da variao de posio da articulao radiulnar e a sua influncia na ativao dos flexores dz cotovelo sero abordados no exerccio rosca bceps p.

Consideraes A remada alta adequada para a postura? O equilbrio entre os grupos musculares agonistas e antagonistas determinante no controle da postura corporal.